Este programa fortalece o Pilar Dar Força a Quem Trabalha e Produz ao transformar a produção, a criatividade e a iniciativa de Rondônia em mais valor, empresas duradouras, empregos e renda nos municípios. Assim, realiza o objetivo central de Fazer Rondônia entregar mais para quem precisa do Estado, trabalha e produz, com um Governo que simplifica, atrai investimentos responsáveis e ajuda a riqueza gerada aqui a permanecer no Estado.
A coordenação é da SEDEC, com a SETUR, a FAPERO, a JUCER, a SEFIN/CONDER, a SEPAT, a SEDAM, a SEJUCEL, a FUNCER e os municípios. A rede também depende de universidades, IFRO, Sistema S, entidades empresariais, cooperativas e do trade turístico. A LOA de 2026 registra cerca de R$ 14,85 milhões para a SEDEC, R$ 5,29 milhões para a SETUR e dotação inicial de R$ 7,46 milhões para a FAPERO: aproximadamente R$ 27,6 milhões nas estruturas centrais, sem incluir fundos, incentivos, infraestrutura e investimentos privados vinculados à política.
Rondônia alcançou PIB de R$ 76,456 bilhões em 2023 e exportou US$ 3,009 bilhões em 2025. Mas carne bovina, soja e milho responderam por 90,2% das exportações, demonstrando a necessidade de diversificar cadeias, ampliar a transformação industrial e avaliar o retorno dos incentivos públicos em emprego, investimento e arrecadação. O Estado possuía 152.457 empresas ativas em agosto de 2025 e abriu mais de 11 mil negócios no primeiro trimestre de 2026, mas ainda precisa acompanhar se essas empresas sobrevivem, crescem e geram postos de trabalho de qualidade.
O turismo tem vocações em todas as regiões. Em 2024, Rondônia registrou 4.610 entradas de turistas internacionais, crescimento de 18,7%, mas ainda não dispõe de série consolidada sobre fluxo doméstico, ocupação hoteleira, permanência, gasto e empregos por município. Na inovação, o Estado ocupava a 21ª posição nacional no IBID 2025, com nota 0,161, evidenciando que a estrutura existente precisa se converter em soluções aplicadas, negócios inovadores e produtividade.
Por isso, o programa prioriza a organização dos territórios produtivos, a recuperação de áreas industriais, a modernização do comércio, a atração de investimentos com contrapartidas, a inovação nas empresas, o fortalecimento de marcas e mercados e a estruturação de roteiros turísticos sustentáveis, conectados à cultura, à gastronomia, à produção rural e às comunidades.