Este programa integra o Pilar Governar para Entregar Mais. Um Governo íntegro não é o que concentra decisões, recursos e informações; é o que planeja com responsabilidade, presta contas de forma compreensível, previne falhas e trabalha ao lado dos municípios para resolver problemas reais. É assim que vamos Fazer Rondônia entregar mais para quem precisa do Estado, trabalha e produz.
A coordenação envolve a Casa Civil, a SEPOG, a SEFIN, a CGE, a Ouvidoria-Geral, a SETIC, a PGE, a SUPEL e todas as secretarias executoras, em diálogo com os 52 municípios, AROM, consórcios públicos, conselhos e sociedade civil. O Estado deve apoiar, integrar e induzir boas práticas, sem substituir a autonomia ou as responsabilidades constitucionais das prefeituras.
A LOA de 2026 fixa orçamento estadual de R$ 18,65 bilhões, distribuído entre órgãos, fundos e políticas. Não há uma dotação exclusiva para este programa. O compromisso é usar a estrutura existente para assegurar integridade, transparência, gestão de riscos, participação e cooperação territorial, conectando recursos estaduais, transferências, convênios, emendas e investimentos às prioridades efetivas de cada município.
Rondônia possui 52 realidades muito diferentes: 34 municípios têm menos de 20 mil habitantes e 21 têm menos de 10 mil habitantes. Todos declaravam possuir portal de transparência em 2024, mas apenas 18 municípios possuíam portal de dados abertos. No âmbito estadual, o Portal da Transparência alcançou 97,96% de avaliação e recebeu o Selo Diamante em 2025; o Programa Rondoniense de Integridade alcançava cerca de 70% das unidades gestoras. O desafio é transformar esses avanços institucionais em informação útil, prevenção de irregularidades e resultados que possam ser acompanhados pela população.
Por isso, o programa prioriza a ampliação da integridade e da gestão de riscos; transparência ativa em linguagem clara; fortalecimento de ouvidorias, canais de denúncia e resposta às manifestações; publicação acessível de obras, transferências, convênios, emendas e resultados; participação social territorializada; apoio técnico continuado aos municípios; consórcios e soluções compartilhadas; e pactos regionais que organizem prioridades, responsabilidades e entregas sem burocracia desnecessária.